Autorizado, mas deliberadamente estreito
O México legislou cedo para os padrões regionais. A Lei Fintech de 2018 criou categorias de autorização para instituições de tecnologia financeira e trouxe os ativos virtuais para dentro de um perímetro supervisionado, em vez de deixá-los fora dele. A CNBV supervisiona as empresas autorizadas; o banco central mantém o poder de determinar com quais ativos virtuais essas empresas podem operar.
Onde a restrição realmente está
A restrição efetiva tem sido geralmente o banco central, e não a lei. O Banxico adotou uma visão restritiva sobre bancos e instituições autorizadas oferecerem serviços de ativos virtuais diretamente ao público, e é por isso que um país com um arcabouço legal precoce tem um mercado varejista regulado comparativamente pequeno. Leia as duas autoridades em conjunto; a lei sozinha não descreve a situação.
Fontes
- CNBV, Instituciones de Tecnología Financiera (1 jan 2026)
- Banco de México, Virtual assets and financial institutions (1 jan 2026)
Não é orientação jurídica nem tributária. Este é um resumo de regras publicadas, não orientação jurídica ou tributária. As regras mudam; confira as fontes primárias linkadas acima.
Última revisão por Conisec Staff. Frequência de revisão: Trimestral.